Island Of Dreams

CREEEIOOO EM UM DIA..
Tudo bem: Não é a primeira vez que você se sente tão perdida, usada, burra e sozinha.
Tati Bernardi (via quase-perfeita)

Quem não tem fotos de quando bebê, pelado na banheira, não sabe o que é posar nu.
Eu chorei porque eu sempre canso de tudo e tudo sempre cansa de mim.
Tati Bernardi.  (via sibilar)
Me ignorar não vai fazer com que eu pare de pensar em você, nem com que eu te esqueça….
Inesquecível.

Eu estava conseguindo. Eu estava vivendo dia após dia sem mais querer você. Acreditei que depois de tanto tempo te querendo e sentindo saudades, eu estava realmente conseguindo te esquecer. Mas aí ontem, enquanto eu lavava a louça, tocou Fogo do Capital Inicial e eu tive um devaneio onde você me olhava nos olhos, e dizia que eu tinha ficado te devendo uma coisa antes de ir embora. Então você me beijou. A imagem de nós dois se materializou de uma forma tão perfeita na minha mente que eu quase pude sentir o gosto do seu beijo de novo e quase pude sentir a textura da sua pele. Foi inevitável impedir que as borboletas voltassem a se agitar aqui dentro do meu estômago. E pra completar, você reaparece. Como uma fênix que ressurge das cinzas e faz tudo parecer mais lindo, mesmo quando o tempo está fechado e chuvoso. E com você ressurge a esperança, o amor, a saudade e o meu melhor sorriso. Aquele escancarado mesmo, que só você consegue tirar de mim. Você reaparece e faz todos os outros amores platônicos que eu já tive parecerem pequenos e insignificantes perto do que eu sinto por você. Eu não quero criar esperanças em relação a nada que se refira a nós porque expectativas sempre vem acompanhadas de decepções, mas é que as vezes parece que tudo se encaixa quando se trata de nós. É como se o universo conspirasse a favor - mesmo conspirando contra mim. Sabe, depois de muito tempo tentando entender porque eu nunca consigo te esquecer por completo e tentando lutar contra isso, hoje tudo fez sentido. Foi como um estalo. Depois de muito ensaiar um pedido de desculpas por tudo o que eu nunca consegui demonstrar, depois de muitos sorrisos bobos que eu deixei escapar ao lembrar de você e depois de muitas lágrimas ouvindo Jorge e Mateus, hoje eu entendi que você é inesquecível. Você foi o único que me enxergou de verdade quando eu era invisível e o único que nunca desistiu de mim. Nem quando eu mereci que você desistisse. Você foi a parte mais importante da minha vida e depois de você nunca houve ninguém capaz de despertar em mim o que você despertou. Depois de você nunca mais houve reciprocidade. Ninguém nunca mais me olhou como você me olhava ou me beijou como você me beijava. Era inexplicável o que eu sentia quando estava com você, mas sempre me faltaram as palavras e ao contrário do que as pessoas dizem, o silêncio não ajudou em nada. Você não tem ideia de quantas lembranças eu guardo. Não tem como esquecer uma pessoa quando não é isso o que se quer. Eu nem sei porque estou aqui dizendo tudo isso, mas eu precisava dizer isso pra alguém. Nem que fosse pra mim mesma. Você foi o único amor que multiplicou o meu amor próprio. Era tanto amor, que sobrava amor e mesmo assim eu não deixei de lado o amor que eu tinha por mim. Eu não sei exatamente como terminar esse texto, porque você fica entrando e saindo da minha vida e eu nunca consigo colocar um ponto final nessa história. Não sinta-se intimidado, a minha vida é muito mais linda com você nela. Quando tudo tá complicado, confuso e sem graça você vem e zera tudo. É isso o que eu mais amo em você. Você só acrescenta. Pra terminar esse texto eu deixo aqui as reticências, porque eu realmente não sei o que vai acontecer amanhã ou depois e nem estou cheia de expectativas em relação a isso. Pela primeira vez eu quero apenas que as coisas aconteçam, sem pressa e sem pressão. Não vou mais questionar esse amor. O que tiver que ser, será.
http://isthetop.blogspot.com.br

Inesquecível.

Eu estava conseguindo. Eu estava vivendo dia após dia sem mais querer você. Acreditei que depois de tanto tempo te querendo e sentindo saudades, eu estava realmente conseguindo te esquecer. Mas aí ontem, enquanto eu lavava a louça, tocou Fogo do Capital Inicial e eu tive um devaneio onde você me olhava nos olhos, e dizia que eu tinha ficado te devendo uma coisa antes de ir embora. Então você me beijou. A imagem de nós dois se materializou de uma forma tão perfeita na minha mente que eu quase pude sentir o gosto do seu beijo de novo e quase pude sentir a textura da sua pele. Foi inevitável impedir que as borboletas voltassem a se agitar aqui dentro do meu estômago. E pra completar, você reaparece. Como uma fênix que ressurge das cinzas e faz tudo parecer mais lindo, mesmo quando o tempo está fechado e chuvoso. E com você ressurge a esperança, o amor, a saudade e o meu melhor sorriso. Aquele escancarado mesmo, que só você consegue tirar de mim. Você reaparece e faz todos os outros amores platônicos que eu já tive parecerem pequenos e insignificantes perto do que eu sinto por você. Eu não quero criar esperanças em relação a nada que se refira a nós porque expectativas sempre vem acompanhadas de decepções, mas é que as vezes parece que tudo se encaixa quando se trata de nós. É como se o universo conspirasse a favor - mesmo conspirando contra mim. Sabe, depois de muito tempo tentando entender porque eu nunca consigo te esquecer por completo e tentando lutar contra isso, hoje tudo fez sentido. Foi como um estalo. Depois de muito ensaiar um pedido de desculpas por tudo o que eu nunca consegui demonstrar, depois de muitos sorrisos bobos que eu deixei escapar ao lembrar de você e depois de muitas lágrimas ouvindo Jorge e Mateus, hoje eu entendi que você é inesquecível. Você foi o único que me enxergou de verdade quando eu era invisível e o único que nunca desistiu de mim. Nem quando eu mereci que você desistisse. Você foi a parte mais importante da minha vida e depois de você nunca houve ninguém capaz de despertar em mim o que você despertou. Depois de você nunca mais houve reciprocidade. Ninguém nunca mais me olhou como você me olhava ou me beijou como você me beijava. Era inexplicável o que eu sentia quando estava com você, mas sempre me faltaram as palavras e ao contrário do que as pessoas dizem, o silêncio não ajudou em nada. Você não tem ideia de quantas lembranças eu guardo. Não tem como esquecer uma pessoa quando não é isso o que se quer. Eu nem sei porque estou aqui dizendo tudo isso, mas eu precisava dizer isso pra alguém. Nem que fosse pra mim mesma. Você foi o único amor que multiplicou o meu amor próprio. Era tanto amor, que sobrava amor e mesmo assim eu não deixei de lado o amor que eu tinha por mim. Eu não sei exatamente como terminar esse texto, porque você fica entrando e saindo da minha vida e eu nunca consigo colocar um ponto final nessa história. Não sinta-se intimidado, a minha vida é muito mais linda com você nela. Quando tudo tá complicado, confuso e sem graça você vem e zera tudo. É isso o que eu mais amo em você. Você só acrescenta. Pra terminar esse texto eu deixo aqui as reticências, porque eu realmente não sei o que vai acontecer amanhã ou depois e nem estou cheia de expectativas em relação a isso. Pela primeira vez eu quero apenas que as coisas aconteçam, sem pressa e sem pressão. Não vou mais questionar esse amor. O que tiver que ser, será.

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O dia em que desci do carro

O sol aqueceu a minha pele durante o rápido caminho do hall do meu prédio até o seu carro. Eu entrei e a gente se cumprimentou ainda meio sei jeito, como quem não sabe se beija na boca ou na bochecha. Acabou sendo na bochecha mesmo. Você estava usando aquela sua camiseta rosa que eu gosto tanto e o seu cabelo estava bagunçado. Você disse o meu nome e perguntou como é que eu estava, e nossa, eu gostava ainda mais do meu nome quando dito por você. Lembrei do apelido ridículo que você inventou pra mim e que fica ainda mais ridículo quando você pronuncia, mas pensei em como era engraçado ouvir. E pensei que não seria engraçado se fosse dito por qualquer outra pessoa. Você sempre me disse que me achava linda de cabelo preso e que quando tudo estivesse difícil, era só eu amarrá-lo. Daria tudo certo. Porque o mundo se ilumina quando eu prendo o cabelo. Eu sempre dei risada, mas eu gostava de ouvir. Eu passei a prender o cabelo mais vezes. A gente estava se olhando e eu pensei não é ele, mas eu gosto dele. E você provavelmente estava pensando a mesma coisa. Não era eu, nem nunca seria, mas você insiste nisso porque alguma coisa te diz que você gosta de mim. Não tem nada a ver com amor. Aliás, esse texto não tem nada a ver com amor. É sobre carinho e coisas confusas, como todas as coisas dessa vida. Nós nunca nos pertencemos, nunca nos permitimos muito, nunca passamos de qualquer linha que pudesse por em risco algo que sempre foi bom sendo o que era. Sendo simples. Sem complicações malucas de gente que ama, de gente que gosta demais e fala demais. Gente como eu era antes de você. Talvez de como eu voltarei a ser depois de você, quando houver um depois. Uma vez uma amiga me perguntou “você não acha que quando um casal está junto, eles ficam um a cara do outro?” e eu discordei, imagina. Claro que não. Aí hoje de manhã quando você me ligou, você usou aquela minha gíria idiota de sempre e eu fiquei uns segundos sem saber o que dizer. Aí eu só respondi que tudo bem, podia ser. Sei lá o que podia ser, mas naquela hora eu só soube que você era um pouco eu. Um pouco meu. Logo expulsei essa ideia da minha cabeça, não, você não era meu. Você é do mundo. O motor do carro estava ligado e a gente ainda estava se olhando, olhares embalados ao som de Radiohead que tocava ao fundo. Eu odeio quando você deixa o silêncio tomar conta e não toma atitude nenhuma, nem me rouba um beijo. Eu odeio quando lhe sobra atitude com outras mulheres bonitas, mas lhe falta atitude comigo. Que medo é esse, eu sempre quis perguntar. Mas eu nunca perguntei porque eu nunca quis estragar qualquer coisa que pairava sobre nós. Nós nunca falamos sobre outros, mesmo sabendo que existem os outros. A música no carro já era outra, mas a gente continuava se olhando, talvez nos perguntando o que estávamos fazendo. Você então desligou o carro, colocou as duas mãos no volante e abaixou a cabeça. Não dá, você disse. E me pediu desculpas. Tudo bem. A gente não precisou de muitas palavras, a gente sabia. Estávamos passando daquela linha e passar dela poderia estragar tudo. Eu quis te perguntar qual era o seu medo, quis te pedir pra não desistir, quis prender o cabelo… Mas não dava, não dava pra passar da linha. Eu sabia o que eu tinha que fazer. Você pediu pra eu descer do carro e pediu mais um milhão de desculpas. Eu saí do carro e, assim, da sua vida. Porque era só um almoço, mas você não podia suportar a ideia de fazer coisas que só quem tá junto faz. E a gente nunca esteve junto, não é mesmo? Não. Eu desci do carro, com o sol já mais quente e mais forte batendo nos meus olhos, e você fez a melhor coisa que podia ter feito por mim. Você foi embora. - http://isthetop.blogspot.com.br

O dia em que desci do carro

O sol aqueceu a minha pele durante o rápido caminho do hall do meu prédio até o seu carro. Eu entrei e a gente se cumprimentou ainda meio sei jeito, como quem não sabe se beija na boca ou na bochecha. Acabou sendo na bochecha mesmo. Você estava usando aquela sua camiseta rosa que eu gosto tanto e o seu cabelo estava bagunçado. Você disse o meu nome e perguntou como é que eu estava, e nossa, eu gostava ainda mais do meu nome quando dito por você. Lembrei do apelido ridículo que você inventou pra mim e que fica ainda mais ridículo quando você pronuncia, mas pensei em como era engraçado ouvir. E pensei que não seria engraçado se fosse dito por qualquer outra pessoa. Você sempre me disse que me achava linda de cabelo preso e que quando tudo estivesse difícil, era só eu amarrá-lo. Daria tudo certo. Porque o mundo se ilumina quando eu prendo o cabelo. Eu sempre dei risada, mas eu gostava de ouvir. Eu passei a prender o cabelo mais vezes. A gente estava se olhando e eu pensei não é ele, mas eu gosto dele. E você provavelmente estava pensando a mesma coisa. Não era eu, nem nunca seria, mas você insiste nisso porque alguma coisa te diz que você gosta de mim. Não tem nada a ver com amor. Aliás, esse texto não tem nada a ver com amor. É sobre carinho e coisas confusas, como todas as coisas dessa vida. Nós nunca nos pertencemos, nunca nos permitimos muito, nunca passamos de qualquer linha que pudesse por em risco algo que sempre foi bom sendo o que era. Sendo simples. Sem complicações malucas de gente que ama, de gente que gosta demais e fala demais. Gente como eu era antes de você. Talvez de como eu voltarei a ser depois de você, quando houver um depois. Uma vez uma amiga me perguntou “você não acha que quando um casal está junto, eles ficam um a cara do outro?” e eu discordei, imagina. Claro que não. Aí hoje de manhã quando você me ligou, você usou aquela minha gíria idiota de sempre e eu fiquei uns segundos sem saber o que dizer. Aí eu só respondi que tudo bem, podia ser. Sei lá o que podia ser, mas naquela hora eu só soube que você era um pouco eu. Um pouco meu. Logo expulsei essa ideia da minha cabeça, não, você não era meu. Você é do mundo. O motor do carro estava ligado e a gente ainda estava se olhando, olhares embalados ao som de Radiohead que tocava ao fundo. Eu odeio quando você deixa o silêncio tomar conta e não toma atitude nenhuma, nem me rouba um beijo. Eu odeio quando lhe sobra atitude com outras mulheres bonitas, mas lhe falta atitude comigo. Que medo é esse, eu sempre quis perguntar. Mas eu nunca perguntei porque eu nunca quis estragar qualquer coisa que pairava sobre nós. Nós nunca falamos sobre outros, mesmo sabendo que existem os outros. A música no carro já era outra, mas a gente continuava se olhando, talvez nos perguntando o que estávamos fazendo. Você então desligou o carro, colocou as duas mãos no volante e abaixou a cabeça. Não dá, você disse. E me pediu desculpas. Tudo bem. A gente não precisou de muitas palavras, a gente sabia. Estávamos passando daquela linha e passar dela poderia estragar tudo. Eu quis te perguntar qual era o seu medo, quis te pedir pra não desistir, quis prender o cabelo… Mas não dava, não dava pra passar da linha. Eu sabia o que eu tinha que fazer. Você pediu pra eu descer do carro e pediu mais um milhão de desculpas. Eu saí do carro e, assim, da sua vida. Porque era só um almoço, mas você não podia suportar a ideia de fazer coisas que só quem tá junto faz. E a gente nunca esteve junto, não é mesmo? Não. Eu desci do carro, com o sol já mais quente e mais forte batendo nos meus olhos, e você fez a melhor coisa que podia ter feito por mim. Você foi embora. - http://isthetop.blogspot.com.br

Ele sai sábado a noite e conhece três ou mais garotas diferentes; uma loira, uma morena, uma ruiva. Talvez uma asiática também. Leva pra cama a mais fácil. Bebe, enche a cara e fica bêbado o suficiente pra sentir o ego inflar no peito. Porque ele precisa disso. E é exatamente assim que todas essas garotas fazem ele se sentir. Ele conhece o acaso, se interessa por alguma mulher com corpo escultural e que dê atenção pra ele no domingo a tarde quando ele não estiver afim de assistir futebol. E liga pra ela as 3 da madrugada quase todas as noites para ocupar a cabeça e tentar fazê-la cair na dele. E ela cai. Porque ele é irresistível e tem um perfume maravilhoso. E com você ele não era assim. Chegava cansado em casa, estava ocupado a tarde nos fins de semana, às vezes até mentia só para ter que evitar sua companhia. Não atendia o celular e ficar acordado até as 3 da madrugada só se ele estivesse bêbado e em alguma festa com os amigos. Ele joga aquele mesmo papo de “você é linda” para quase todas as garotas e sabe exatamente como e onde isso te afeta. E você sente um ciúme carnal de todas as garotas pra quem ele dá atenção e do telefone dele tocando 24 horas por dia. Ele não age como se ainda se importasse com você, como se você fosse a garota mais linda do mundo e nem mostra lembrar de como era feliz, quando mesmo depois de estar cansado, ocupado ou mentir pra você, ainda era no seu nome que ele pensava quando diziam “faça um pedido”. Ele sempre odiou suas crises de ciúme, seu drama, sua falta paciência, seu jeito grotesco de criticar as amizades dele e de como impunha que atenção dele fosse totalmente sua. Ele sempre odiou suas manias chatas e aquela frescura de não-toque-em-mim-pois-sou-sensível-demais. Odiou sua comida ruim, seu sono exagerado e você não deixar ele ir a academia sozinho. Mas ele sempre amou você. Ele te despistava nos sábados a noite, mas queria passar o domingo inteiro com você. Ele pegava a primeira loira gostosa que via, mas seu telefone sempre tocava antes de dormir. Todas as noites. Inclusive na noite em que ele dormiu com a loira gostosa, a ruiva elegante e a morena superficial. E ele sempre dizia que te amava, que queria seu cheiro, seu abraço e que sentia erdoasua falta. E você cedia. Você dizia “eu não vou mais atender”, “não vou mais me importar”, “não vou mais pr”, mas bastava ele dizer que era você que ele queria que você simplesmente cedia. Agora ele passa por você e levanta o queixo, enquanto você só observa. Ele tem sempre uma distração, uma amiga legal, uma festa bacana, um litro de vodka, uma música animada no celular, uma garota por quem ele se apaixone. E outra que seja caidinha na dele. Ele não te liga mais de madrugada, não atende seus telefonemas e você senta na cama com a cabeça cheia de “por que eu?”. Ele tem uma facilidade imensa de amar fácil, de querer fácil e fazer qualquer idiotice. E você ainda respira fundo e pensa “por favor, sinta minha falta”. Ele não se pergunta nada, ele tenta não pensar em você e faz de tudo pra te esquecer. Mas quem vai aturar aquele estado dele de eu-não-preciso-de-ninguém? Quem vai segurar a mão dele antes de dormir, mesmo bêbado e fedendo a cigarro e quem vai ficar mais um pouquinho sempre, mesmo sem ele pedir? Quem vai respirar fundo e contar até 10 só pra tentar fazê-lo ficar todas as noites, quem vai atender o telefone as 5 da manhã e ouvir ele reclamar daquelas mesmas coisas chatas de sempre? E quem vai pegar no pé, fazer birra e dizer a ele que essas garotas são péssimas pra ele? Quem vai fazer cara de criança de 5 anos e implorar um pouquinho de atenção sempre que ele quiser se sentir amado? A loira gostosa que ele comeu depois de uma festa, bêbado? A morena superficial que passou o número errado ou a que ficou no domingo inteiro porque ele estava entediado? Será que ela fica quando ele disser alguma coisa sem sentido só para afastá-la? Será que ela sempre vai insistir mais um pouquinho, e mais um pouquinho todos os dias? Quem vai acordar de manhã só porque o telefone toca as 7 horas quando ele perder o sono? Quem vai conhecer ele tão bem quanto você? Dá cabeça aos pés, até o último fio de cabelo. E quem ainda vem pensar quietinha todas as noites “eu podia fazer você inteirinho feliz”? Mas ele ainda tem a cama macia, a amiga simpática e o sexo casual. E pode se apaixonar por qualquer uma que dê atenção a ele durante os dias. Mas ele não vai esquecê-la como quem quebra, varre e joga para debaixo do tapete.
Rafaela Marques (via quase-perfeita)
Preciso me lembrar que eu ainda existo.
Fresno (via quase-perfeita)
Você não escolhe quem vai amar, acontece, algumas pessoas amam alguém que mora a milhas de distância, outras aquela pessoa que vivia implicando ou até mesmo o vizinho. Aquela pessoa que nunca viu ou imaginou um dia estar junto. O amor é assim, ele vem de supresa, não escolhe quem e nem onde, só chega assim, devagarinho, com calma e podando. Pode demorar, mas quando invadir não só nosso coração, mas como as nossas vidas, nos preenche e nos completa. E transforma tudo aquilo que um dia foi prioridade, em mínima coisa. O amor enfim, preenche e invadir tudo. Transborda e em extremos, te faz tocar o céu.
(via garotaesuasfases)